quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Tenha uma alimentação equilibrada

"A alimentação é um dos pilares mais importantes na prevenção do diabetes", afirma o endocrinologista Fádlo Fraige, presidente da Associação Nacional de Assistência ao Diabético (Anad). Isso porque o excesso de peso é um fator de risco para a doença. "Ingerindo mais calorias do que se gasta, a tendência é que o ponteiro da balança suba", explica. Por isso, elabore refeições ricas em verduras, legumes e frutas e modere no consumo de carboidratos e proteínas.

Que fique bem claro: comer doce não causa diabetes. "O que favorece o diabetes é o sobrepeso e a obesidade, que podem acontecer graças à ingestão excessiva de doces", explica o endocrinologista Balduíno. Por isso, maneire no consumo. A recomendação merece atenção especial apenas por quem já é portador do diabetes. "Neste caso, a taxa de glicose no sangue pode ficar muito alta, ocasionando a chamada hiperglicemia", complementa.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Que tal diminuir a vontade de comer doce de forma saudável?

De origem sul-asiática, esta fruta exótica também é conhecida como mangostão. Mesmo tendo chegado ao Brasil desde os anos 30, ela ainda não é muito conhecida no país, mas vale a pena experimentar.

Além de ser uma fruta extremamente saborosa, também possui inúmeros benefícios para a saúde, como:
 
· É antioxidante;
· Melhora o funcionamento do intestino;
· Controla o colesterol;
· Elimina as toxinas pela urina;
· Previne a hipertensão;
· Aumenta a saciedade e diminui a vontade de comer doces.

Uma característica é que essa fruta possui uma casca grossa e tonalidade roxa e quanto ao sabor, poderá ser associado ao da jabuticaba. A melhor época para consumo é em setembro e outubro.

Humm… Agora deu uma vontade experimentar essa fruta exótica não é mesmo?! Agora é só aguardar o tempo de colheita para deliciar-se e inseri-la na sua dieta de frutas.


quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Os Benefícios do suco de abacaxi para saúde

Saúde em primeiro lugar! O Brasil é um país de clima tropical que gosta de churrasco e, também, um local de pessoas que a cada dia que passa preferem viver uma vida com saúde. Por isso que o suco de abacaxi é a bebida perfeita para acompanhar todas essas tradições, inclusive a de saúde do nosso povo, porque, além de ser delicioso, de quebra, o suco de abacaxi faz um bem danado para a saúde.

Primeiro que o suco de abacaxi é composto de uma fruta refrescante, ótima para a saúde, com um gosto azedinho que harmoniza de forma suave com outros ingredientes funcionais e verduras que ajudam na saúde e que quase não possuem nenhum valor calórico e promovem uma ótima saúde intestinal.

Além da versatilidade e do sabor cítrico, o suco de abacaxi destaca-se pelas suas propriedades nutricionais essenciais para uma rotina com saúde. O suco de abacaxi é rico em vitaminas C, A e B1, além de magnésio, cobre, manganês, ferro e fibras, elementos essenciais para a saúde. E os benefícios que o suco de abacaxi traz para a saúde não param por aí, já que a fruta também regula a atividade muscular do coração e o suco de abacaxi ainda é um excelente diurético o que ajuda muito na saúde dos rins.

Bromelina

O suco de abacaxi auxilia no bom funcionamento do sistema imunológico que cuida da sua saúde, e também facilita a digestão de proteínas devido à ação da enzima da bromelina. Os nutricionistas recomendam a ingestão de um copo de suco de abacaxi para acompanhar uma boa carne.

Esse, no final das contas, é o grande diferencial do suco do abacaxi, e toda a diferença que a bebida faz para a saúde. A bromelina é uma enzima digestiva natural que protege a saúde dos consumidores do suco de abacaxi. Devido às pesquisas publicadas em notórias publicações científicas, essa enzima apresenta várias ações como a ativação de células anti-inflamatórias e imunológicas que ajudam na um golpe poderoso para o desenvolvimento do câncer. Rapidamente, o suco de abacaxi alcançou seu lugar ao lado de muitos ingredientes naturais que promovem a saúde e combatem o câncer e outras doenças crônicas.

Um estudo publicado em um periódico científico explica que a enzima digestiva natural, presente no suco do abacaxi apresenta várias ações benéficas para a saúde, incluindo a ativação de células. Incluir o suco de abacaxi e, assim, incluir também a bromelina na sua alimentação diária ajuda a estimular as potentes propriedades anticâncer presentes no suco de abacaxi, agora atribuído a essa enzima.

Para promover uma vida com saúde, é necessário ter no cardápio enzimas naturais como a bromelina do suco de abacaxi, que são essenciais na quebra de proteínas utilizadas para acionar funções metabólicas no organismo. Quer uma proteção melhor para a saúde que o suco de abacaxi?

Baixo valor calórico

Um copo de suco de abacaxi sem açúcar tem apenas 63,40 calorias e é perfeito para uma reeducação alimentar com objetivos de viver uma vida com saúde. Os nutricionistas atestam que suco de abacaxi deve ser incluído na dieta de saúde substituindo doces ou nos lanches no meio da tarde. Uma curiosidade: ao fazer o suco de abacaxi não jogue a casca fora. Ela possui tantos nutrientes que fazem bem para a saúde quanto sua polpa. Por isso, evite desperdícios e utilize a casca também no preparo de chás, como também acrescente no suco de abacaxi que você vai tomar na hora! É uma dose extra de saúde!
 
Benefícios do suco de abacaxi

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Os Benefícios do Espinafre para saúde

 O espinafre é um vegetal muito nutritivo, um dos alimentos mais ricos presentes na natureza. Uma maravilha para nossa saúde que, de maneira geral, contém ferro (ajuda oxigenação do sangue), potássio, cálcio e magnésio (atuam na prevenção de câimbras, no benefício dos músculos e no crescimento dos dentes e ossos), vitamina A (auxilia na saúde dos olhos e pulmões), C (amplia a imunidade e a resistência a infecções), E (protege o sistema cardiovascular) e K (age na coagulação e contribui para a fortificação dos ossos), além de proteínas vegetais e fibras (apresenta mais proteínas do que a maioria das hortaliças; e a alta quantidade de fibras desintoxica e limpa o intestino).

Entre os benefícios do espinafre está sua ação antioxidante, desencadeada por mais de uma dúzia de substâncias chamadas flavonóides, que trabalham na neutralização dos radicais livres, já conhecidos vilões da saúde. Essa propriedade contribui com a prevenção do câncer de ovário, cólon, mama e próstata.

O consumo do espinafre colabora com a formação da hemoglobina, o que faz com que doenças sanguíneas como a anemia possam ser evitadas e, também, tratadas. A conquista da saúde pelos benefícios do espinafre inclui a boa oxigenação celular e a melhora no funcionamento do cérebro, diminuindo os sintomas da depressão.

A hortaliça é uma aliada na saúde do coração. A vitamina C e o betacaroteno atuam no impedimento da oxidação do colesterol, que evita que as coronárias e outras artérias fiquem endurecidas ou estreitas demais. Os benefícios do espinafre são aliados indispensáveis para a saúde do organismo: o magnésio mantém a pressão arterial mais equilibrada e o ácido fólico diminui as chances de enfarto.

Recomendações sobre os Benefícios do Espinafre

Os benefícios do espinafre podem ajudar na saúde dos bebês, ainda durante a gestação. Por isso, é recomendável que gestantes no início da gravidez, principalmente, ou mulheres que estão planejando engravidar consumam esse vegetal, porque ele previne disfunções neurológicas congênitas.

Aqueles que apresentam tendência a desenvolver pedras nos rins ou gota devem procurar moderar o consumo de espinafre cru. Esse cuidado deve ser tomado porque ele apresenta purina, que pode causar o acúmulo de ácido úrico no corpo. Além disso, o oxalato, um tipo de sal presente no espinafre, pode se concentrar e provocar cálculos renais e vesiculares.
Modo de consumo

Apesar dos muitos benefícios do espinafre, se for consumido em excesso pode fazer mal à saúde. O ideal é consumir uma xícara de espinafre cru ou meia xícara de espinafre cozido, de preferência no vapor, para preservar as vitaminas. Para potencializar a absorção, é recomendável o consumo aliado a frutas cítricas, ricas em vitamina C. Uma xícara do espinafre cozido apresenta apenas 40 calorias, e quase todo o ácido fólico e o manganês da necessidade diária para uma alimentação que promova nossa saúde. Também é o suficiente de vitamina A e vitamina K.

Uma opção de consumo ideal para alcançar os benefícios do espinafre é o preparo de uma salada com azeite ou óleo de abacate. Incluir uma omelete faz com que se crie uma receita muito benéfica para a saúde dos nossos olhos. Você pode ainda adicioná-lo em sucos, sopas e sanduíches. É importante ainda escolher a versão orgânica dessa hortaliça, para evitar a contaminação por agrotóxicos.


     Benefícios do Espinafre

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Um simples Movimento que Queima Gordura – Sistema Queima de 48 Horas

Nos dias de hoje, é mais difícil encontrar um indivíduo que não se preocupa com os quilinhos que se acumularam com passar dos anos, que já são a maioria em todo o território brasileiro por vários motivos, principalmente quando relacionados à saúde.
Mas, é claro que queimar gordura nem sempre é um objetivo por conta da estética. A prevenção de doenças principalmente cardiovasculares, a redução de pressão alta e colesterol e o próprio aumento do bem-estar mental são alguns dos fatores que também podem promover a sua saúde na realização de atividades físicas.
Mas, sabemos que com a rotina que se torna cada vez mais puxada no dia-a-dia, nem sempre sobra tempo para realizar atividades físicas, como por exemplo, frequentar uma academia, uma aula de dança ou natação. Assim, a melhor forma de garantir a sua saúde e queimar gordura pode ser por meio do Sistema Queima de 48 horas.

O sistema Queima de 48 horas promete lhe auxiliar a secar a sua barriga em menos de oito semanas, ou seja, dentro do período de dois meses, com saúde e sem que seja necessário sair do conforto da sua própria casa.
O sistema Queima de 48 horas lhe auxiliará a perder peso acumulado na barriga e melhorar a sua saúde com um simples movimento que irá fazer a diferença na sua rotina daqui para frente.
Assim, graças ao sistema Queima de 48 horas se torna possível realizar um único movimento que garante os resultados em pouco tempo de duração, além é claro, de dar aquele up na sua saúde.
Esse único movimento que queima gordura do sistema Queima de 48 horas é um movimento que faz com que o seu corpo libere hormônios que são responsáveis pela queima de gordura no seu corpo, assim, é possível manter a sua saúde em dia por meio de um único movimento com o sistema Queima de 48 horas, sem que seja mais necessário perder horas e horas de treino em academias.

Esse movimento único para a queima de gordura do sistema Queima de 48 horas pode ser realizado dentro de apenas dois minutos. Não é fantástico? É claro que devemos destacar que esse exercício é cansativo, mas, você terá o resto do dia para se recuperar destes dois minutos que estão promovendo não só o emagrecimento e a eliminação dos quilos acumulados no abdômen, como também promovem a sua própria saúde: e tudo isso graças ao sistema queima de 48 horas.
Então, há de se destacar que por mais cansativos que sejam esses dois minutos do movimento único do sistema queima de 48 horas, eles com certeza farão a diferença para o seu corpo e a sua saúde daqui para frente.


Movimento que Queima Gordura

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Gorduras do bem viram aliadas no equilíbrio dos efeitos da menopausa

A ingestão de gorduras como azeite de oliva, castanha, nozes, farinha de linhaça e peixes é importante para o bom funcionamento do organismo

A ingestão de gorduras é muito importante para o nosso organismo por formarem hormônios, fornecimento de energia, controle da temperatura corporal, absorção de vitaminas, proteção celular e funcionamento intestinal. Porém, é preciso estar atento para o tipo de gordura que é consumida. A recomendação de ingestão de gorduras está entre 25 a 35% do valor calórico total da dieta. Sendo que os ácidos graxos saturados devem ser no máximo 7% da dieta.

mulher preparando refeição eu atleta (Foto: Getty Images) 

Gorduras do bem

As gorduras insaturadas protegem o coração e ajudam a manter o cérebro saudável.
- Monoinsaturadas: azeite de oliva, óleo de canola, amêndoa, castanha, nozes, abacate.
- Poli-insaturadas: farinha de linhaça, semente de chia e peixes (salmão, sardinha, anchova, cavalinha).

Gorduras do mal:

- Gordura saturada: gema de ovo, leite integral, queijos, carnes, miúdos, pele de galinha
- Gordura Trans: encontradas em comidas processadas, como biscoitos e bolos, e também podem ser utilizadas para prolongar a vida dos produtos nos prateleira.

Qual a relação da gordura alimentar com mulher na menopausa?

A redução na produção de estrogênio na mulher na menopausa (climatério) é o responsável pelo aumento no perfil lipídico sanguíneo (aumento do colesterol total, LDL e triglicerídeos), gordura abdominal e ganho de peso.
A American Heart Association preconiza a alimentação com redução da ingestão de gorduras saturadas e trans.
Ações para prevenção das doenças cardiovasculares, agregação plaquetária, formação de trombos, doenças neurológicas, controle do peso, redução da gordura abdominal:
• Aumente a ingestão de verduras cruas, legumes cozidos e frutas frescas, pelo menos cinco porções diárias;
• Utilize azeite extra virgem para temperar saladas;
• Acrescente uma colher de sopa de mix fibras (aveia, chia e linhaça);
• Ingira duas castanhas do Pará ou três nozes diariamente;
• Aumente a ingestão de peixes. Consuma pelo menos duas vezes na semana;
• Reduza a ingestão de carnes vermelhas e embutidos (salame, mortadela, linguiça e etc);
• Dê preferência para leite e queijos desengordurados, versão light como leite desnatado ou semidesnatado, queijos magros versões light ou cottage e ricota;
• Evite manteiga, margarina, frituras, alimentos gratinados e cremosos;
• Dê preferência para preparações assadas, grelhadas, cozidas e ensopadas;
• Pratique exercício físico regularmente. Exercício de força para ganho de massa muscular e exercício aeróbico para controle do peso e redução da gordura abdominal.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Lactose, glúten, amendoim: por que estamos ficando mais alérgicos?

Porque estamos ficando alérgicos? (Foto: Getty Images)Pouco se ouvia falar de intolerância e alergia alimentar no passado, mas hoje essas duas palavras estão em toda parte, dando sinais de que essas reações se tornaram uma epidemia. Alimentos até pouco tempo considerados saudáveis se tornaram vilões e são proibidos no cardápio de adultos que muito se fartaram deles no passado. Uma mudança crescente que levanta várias questões: por que estamos cada vez menos tolerantes a alguns alimentos? Por que estamos desenvolvendo cada vez mais alergias? Como podemos nos tornar alérgicos a um alimento que consumíamos sem problemas no passado? Quem mudou, os alimentos ou nosso organismo? Assim como as perguntas, as respostas são muitas. 
 
- Nas últimas décadas as alergias e intolerâncias alimentares tornaram-se um grande problema no mundo. Embora alguns casos sejam de predisposição genética, essa mudança também está associada à piora da qualidade de vida, estresse, alto consumo de alimentos processados e industrializados, alimentos geneticamente modificados e melhores técnicas de diagnóstico – explica a nutricionista Cristiane Perroni.
 
Como saber se sou alérgico?
 
Com tantas possíveis causas é preciso fazer uma investigação no sentido contrário. E o primeiro passo é o consultório médico, onde, após um levantamento histórico, o paciente é encaminhado para vários exames.
 
- Testes cutâneos, avaliação sanguínea, biópsia intestinal e endoscopia, dieta de exclusão e teste de provocação oral estão entre os exames que vão detectar o alimento causador da intolerância ou alergia – elenca Cristiane, que ainda frisa a importância de identificar o tipo de reação.
 
Reações alérgicas mais comuns são diarreia, gases, distensão e dor abdominal, vômitos, rouquidão, tosse e chiado no peito, eczema, urticária, coceira, edema.
 
Conforme a nutricionista, enquanto a alergia alimentar é uma resposta imunológica adversa aos alérgenos (substâncias que podem induzir a uma reação de hipersensibilidade) presentes nas proteínas dos alimentos, a intolerância é uma resposta à ingestão do alimento não envolvendo o sistema imunológico, provavelmente o resultado de uma produção insuficiente ou deficiente (inexistente) de uma enzima digestiva.

Alimentos geneticamente modificados
 
Nos casos das alergias, os maiores causadores são a predisposição genética (50% dos pacientes com alergia alimentar possuem história familiar de alergia), a introdução precoce de alimentos em bebês no período de desmame e a permeabilidade do sistema digestivo. No entanto, não se pode descartar a culpa dos alimentos geneticamente modificados. A polêmica que envolve esses produtos é grande e ainda não temos um estudo conclusivo sobre a influência deles na saúde. Entretanto, algumas pesquisas indicam que, a mesma tecnologia responsável pelo aumento da produtividade e a redução dos impactos ambientais da agricultura, está associada a vários problemas de saúde como infertilidade, mal de Parkinson, alguns tipos de câncer, e diversos problemas na flora intestinal que podem levar à dificuldade de digerir a lactose e desencadear e/ou agravar transtornos relacionados ao glúten, incluindo a doença celíaca, uma grave desordem autoimune.
 
Alimentos que normalmente são alvo do herbicida: milho, soja, beterraba, batata, alfafa, canola, mamão, arroz e tomate.
 
Conforme um relatório publicado pela pesquisadora do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, Stephanie Seneff, e o cientista Anthony Samsel, foram encontrados resíduos de "glyphosate em alguns alimentos," o principal ingredientes do Roundup, o herbicida mais usado no mundo. Esses resíduos seriam os causadores e/ou potencializadores dessas disfunções e doenças.
 
- Os perigos potenciais dos alimentos geneticamente modificados podem estar associados com toxicidade, alergenicidade, alterações nutricionais e efeitos antinutrientes e a possibilidade remota de transferência horizontal de genes. É preciso uma maior fiscalização de órgãos governamentais para certificar o cultivo seguro, além de uma maior seriedade por parte da indústria na descrição dos ingredientes nos rótulos, pois existem outros produtos alergênicos além dos conhecidos glúten e lactose. Soja, amendoim, nozes e ovos também precisam estar claramente nos rótulos – alerta Cristiane Perroni.
 
Alimentos geneticamente modificados com mais frequência: milho, soja, canola, algodão, tomate e mamão.
 
Riscos dos alimentos geneticamente modificados
* Efeitos imediatos de proteínas tóxicas ou alergênicas destes alimentos geneticamente modificados
* Acumulação de herbicidas e seus metabólitos nas variedades e espécies resistentes;
* Transferência horizontal das construções transgênicas para o genoma de bactérias simbióticas tanto de humanos quanto de animais.
 
Produtos  orgânicos
 
Na dúvida, a especialista indica a troca de alimentos geneticamente modificados por produtos orgânicos. Recorra a ferinhas e continue de olho nos rótulos, mas tenha em mente os alimentos que mais estão relacionados a alergias alimentares: soja, ovo, nozes, amendoim, lactose, glúten (trigo, aveia, centeio e cevada), crustáceos, peixes.
Do grupo destacam-se o glúten e a lactose, que ao contrário da febre momentânea que os coloca como vilões das dietas, só precisam ser banidos das refeições de algumas pessoas.
- Com relação ao leite, há que se diferenciar a alergia da intolerância. A alergia ao leite é uma reação com sintomas bem mais severos do que a intolerância e acontece quando a proteína do leite é ingerida. Já a intolerância surge devido ao açúcar do leite. – explica a nutricionista.
 
 Segundo ela, o ser humano para de produzir lactase (a enzima que quebra a lactose na digestão) quando desmama, então é normal que ocorra a rejeição por parte do organismo, o que pode aumentar na medida em que a pessoa envelhece. Já a doença celíaca, ou intolerância ao glúten, geralmente ocorre com indivíduos geneticamente predispostos.
Seja qual for a reação do organismo, ela precisa ser identificada com cuidado para só depois receber tratamento.
 
- A melhor forma de amenizar os sintomas e tratar o problema da intolerância alimentar é retirar por um tempo o alimento e tratar a flora intestinal, a nossa barreira imunológica – indica Cristiane, que recomenda antes de tudo uma visita a um profissional especializado.