quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Um simples Movimento que Queima Gordura – Sistema Queima de 48 Horas

Nos dias de hoje, é mais difícil encontrar um indivíduo que não se preocupa com os quilinhos que se acumularam com passar dos anos, que já são a maioria em todo o território brasileiro por vários motivos, principalmente quando relacionados à saúde.
Mas, é claro que queimar gordura nem sempre é um objetivo por conta da estética. A prevenção de doenças principalmente cardiovasculares, a redução de pressão alta e colesterol e o próprio aumento do bem-estar mental são alguns dos fatores que também podem promover a sua saúde na realização de atividades físicas.
Mas, sabemos que com a rotina que se torna cada vez mais puxada no dia-a-dia, nem sempre sobra tempo para realizar atividades físicas, como por exemplo, frequentar uma academia, uma aula de dança ou natação. Assim, a melhor forma de garantir a sua saúde e queimar gordura pode ser por meio do Sistema Queima de 48 horas.

O sistema Queima de 48 horas promete lhe auxiliar a secar a sua barriga em menos de oito semanas, ou seja, dentro do período de dois meses, com saúde e sem que seja necessário sair do conforto da sua própria casa.
O sistema Queima de 48 horas lhe auxiliará a perder peso acumulado na barriga e melhorar a sua saúde com um simples movimento que irá fazer a diferença na sua rotina daqui para frente.
Assim, graças ao sistema Queima de 48 horas se torna possível realizar um único movimento que garante os resultados em pouco tempo de duração, além é claro, de dar aquele up na sua saúde.
Esse único movimento que queima gordura do sistema Queima de 48 horas é um movimento que faz com que o seu corpo libere hormônios que são responsáveis pela queima de gordura no seu corpo, assim, é possível manter a sua saúde em dia por meio de um único movimento com o sistema Queima de 48 horas, sem que seja mais necessário perder horas e horas de treino em academias.

Esse movimento único para a queima de gordura do sistema Queima de 48 horas pode ser realizado dentro de apenas dois minutos. Não é fantástico? É claro que devemos destacar que esse exercício é cansativo, mas, você terá o resto do dia para se recuperar destes dois minutos que estão promovendo não só o emagrecimento e a eliminação dos quilos acumulados no abdômen, como também promovem a sua própria saúde: e tudo isso graças ao sistema queima de 48 horas.
Então, há de se destacar que por mais cansativos que sejam esses dois minutos do movimento único do sistema queima de 48 horas, eles com certeza farão a diferença para o seu corpo e a sua saúde daqui para frente.


Movimento que Queima Gordura

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Gorduras do bem viram aliadas no equilíbrio dos efeitos da menopausa

A ingestão de gorduras como azeite de oliva, castanha, nozes, farinha de linhaça e peixes é importante para o bom funcionamento do organismo

A ingestão de gorduras é muito importante para o nosso organismo por formarem hormônios, fornecimento de energia, controle da temperatura corporal, absorção de vitaminas, proteção celular e funcionamento intestinal. Porém, é preciso estar atento para o tipo de gordura que é consumida. A recomendação de ingestão de gorduras está entre 25 a 35% do valor calórico total da dieta. Sendo que os ácidos graxos saturados devem ser no máximo 7% da dieta.

mulher preparando refeição eu atleta (Foto: Getty Images) 

Gorduras do bem

As gorduras insaturadas protegem o coração e ajudam a manter o cérebro saudável.
- Monoinsaturadas: azeite de oliva, óleo de canola, amêndoa, castanha, nozes, abacate.
- Poli-insaturadas: farinha de linhaça, semente de chia e peixes (salmão, sardinha, anchova, cavalinha).

Gorduras do mal:

- Gordura saturada: gema de ovo, leite integral, queijos, carnes, miúdos, pele de galinha
- Gordura Trans: encontradas em comidas processadas, como biscoitos e bolos, e também podem ser utilizadas para prolongar a vida dos produtos nos prateleira.

Qual a relação da gordura alimentar com mulher na menopausa?

A redução na produção de estrogênio na mulher na menopausa (climatério) é o responsável pelo aumento no perfil lipídico sanguíneo (aumento do colesterol total, LDL e triglicerídeos), gordura abdominal e ganho de peso.
A American Heart Association preconiza a alimentação com redução da ingestão de gorduras saturadas e trans.
Ações para prevenção das doenças cardiovasculares, agregação plaquetária, formação de trombos, doenças neurológicas, controle do peso, redução da gordura abdominal:
• Aumente a ingestão de verduras cruas, legumes cozidos e frutas frescas, pelo menos cinco porções diárias;
• Utilize azeite extra virgem para temperar saladas;
• Acrescente uma colher de sopa de mix fibras (aveia, chia e linhaça);
• Ingira duas castanhas do Pará ou três nozes diariamente;
• Aumente a ingestão de peixes. Consuma pelo menos duas vezes na semana;
• Reduza a ingestão de carnes vermelhas e embutidos (salame, mortadela, linguiça e etc);
• Dê preferência para leite e queijos desengordurados, versão light como leite desnatado ou semidesnatado, queijos magros versões light ou cottage e ricota;
• Evite manteiga, margarina, frituras, alimentos gratinados e cremosos;
• Dê preferência para preparações assadas, grelhadas, cozidas e ensopadas;
• Pratique exercício físico regularmente. Exercício de força para ganho de massa muscular e exercício aeróbico para controle do peso e redução da gordura abdominal.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Lactose, glúten, amendoim: por que estamos ficando mais alérgicos?

Porque estamos ficando alérgicos? (Foto: Getty Images)Pouco se ouvia falar de intolerância e alergia alimentar no passado, mas hoje essas duas palavras estão em toda parte, dando sinais de que essas reações se tornaram uma epidemia. Alimentos até pouco tempo considerados saudáveis se tornaram vilões e são proibidos no cardápio de adultos que muito se fartaram deles no passado. Uma mudança crescente que levanta várias questões: por que estamos cada vez menos tolerantes a alguns alimentos? Por que estamos desenvolvendo cada vez mais alergias? Como podemos nos tornar alérgicos a um alimento que consumíamos sem problemas no passado? Quem mudou, os alimentos ou nosso organismo? Assim como as perguntas, as respostas são muitas. 
 
- Nas últimas décadas as alergias e intolerâncias alimentares tornaram-se um grande problema no mundo. Embora alguns casos sejam de predisposição genética, essa mudança também está associada à piora da qualidade de vida, estresse, alto consumo de alimentos processados e industrializados, alimentos geneticamente modificados e melhores técnicas de diagnóstico – explica a nutricionista Cristiane Perroni.
 
Como saber se sou alérgico?
 
Com tantas possíveis causas é preciso fazer uma investigação no sentido contrário. E o primeiro passo é o consultório médico, onde, após um levantamento histórico, o paciente é encaminhado para vários exames.
 
- Testes cutâneos, avaliação sanguínea, biópsia intestinal e endoscopia, dieta de exclusão e teste de provocação oral estão entre os exames que vão detectar o alimento causador da intolerância ou alergia – elenca Cristiane, que ainda frisa a importância de identificar o tipo de reação.
 
Reações alérgicas mais comuns são diarreia, gases, distensão e dor abdominal, vômitos, rouquidão, tosse e chiado no peito, eczema, urticária, coceira, edema.
 
Conforme a nutricionista, enquanto a alergia alimentar é uma resposta imunológica adversa aos alérgenos (substâncias que podem induzir a uma reação de hipersensibilidade) presentes nas proteínas dos alimentos, a intolerância é uma resposta à ingestão do alimento não envolvendo o sistema imunológico, provavelmente o resultado de uma produção insuficiente ou deficiente (inexistente) de uma enzima digestiva.

Alimentos geneticamente modificados
 
Nos casos das alergias, os maiores causadores são a predisposição genética (50% dos pacientes com alergia alimentar possuem história familiar de alergia), a introdução precoce de alimentos em bebês no período de desmame e a permeabilidade do sistema digestivo. No entanto, não se pode descartar a culpa dos alimentos geneticamente modificados. A polêmica que envolve esses produtos é grande e ainda não temos um estudo conclusivo sobre a influência deles na saúde. Entretanto, algumas pesquisas indicam que, a mesma tecnologia responsável pelo aumento da produtividade e a redução dos impactos ambientais da agricultura, está associada a vários problemas de saúde como infertilidade, mal de Parkinson, alguns tipos de câncer, e diversos problemas na flora intestinal que podem levar à dificuldade de digerir a lactose e desencadear e/ou agravar transtornos relacionados ao glúten, incluindo a doença celíaca, uma grave desordem autoimune.
 
Alimentos que normalmente são alvo do herbicida: milho, soja, beterraba, batata, alfafa, canola, mamão, arroz e tomate.
 
Conforme um relatório publicado pela pesquisadora do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, Stephanie Seneff, e o cientista Anthony Samsel, foram encontrados resíduos de "glyphosate em alguns alimentos," o principal ingredientes do Roundup, o herbicida mais usado no mundo. Esses resíduos seriam os causadores e/ou potencializadores dessas disfunções e doenças.
 
- Os perigos potenciais dos alimentos geneticamente modificados podem estar associados com toxicidade, alergenicidade, alterações nutricionais e efeitos antinutrientes e a possibilidade remota de transferência horizontal de genes. É preciso uma maior fiscalização de órgãos governamentais para certificar o cultivo seguro, além de uma maior seriedade por parte da indústria na descrição dos ingredientes nos rótulos, pois existem outros produtos alergênicos além dos conhecidos glúten e lactose. Soja, amendoim, nozes e ovos também precisam estar claramente nos rótulos – alerta Cristiane Perroni.
 
Alimentos geneticamente modificados com mais frequência: milho, soja, canola, algodão, tomate e mamão.
 
Riscos dos alimentos geneticamente modificados
* Efeitos imediatos de proteínas tóxicas ou alergênicas destes alimentos geneticamente modificados
* Acumulação de herbicidas e seus metabólitos nas variedades e espécies resistentes;
* Transferência horizontal das construções transgênicas para o genoma de bactérias simbióticas tanto de humanos quanto de animais.
 
Produtos  orgânicos
 
Na dúvida, a especialista indica a troca de alimentos geneticamente modificados por produtos orgânicos. Recorra a ferinhas e continue de olho nos rótulos, mas tenha em mente os alimentos que mais estão relacionados a alergias alimentares: soja, ovo, nozes, amendoim, lactose, glúten (trigo, aveia, centeio e cevada), crustáceos, peixes.
Do grupo destacam-se o glúten e a lactose, que ao contrário da febre momentânea que os coloca como vilões das dietas, só precisam ser banidos das refeições de algumas pessoas.
- Com relação ao leite, há que se diferenciar a alergia da intolerância. A alergia ao leite é uma reação com sintomas bem mais severos do que a intolerância e acontece quando a proteína do leite é ingerida. Já a intolerância surge devido ao açúcar do leite. – explica a nutricionista.
 
 Segundo ela, o ser humano para de produzir lactase (a enzima que quebra a lactose na digestão) quando desmama, então é normal que ocorra a rejeição por parte do organismo, o que pode aumentar na medida em que a pessoa envelhece. Já a doença celíaca, ou intolerância ao glúten, geralmente ocorre com indivíduos geneticamente predispostos.
Seja qual for a reação do organismo, ela precisa ser identificada com cuidado para só depois receber tratamento.
 
- A melhor forma de amenizar os sintomas e tratar o problema da intolerância alimentar é retirar por um tempo o alimento e tratar a flora intestinal, a nossa barreira imunológica – indica Cristiane, que recomenda antes de tudo uma visita a um profissional especializado. 
 
 

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Descubra qual ritmo aumenta sua qualidade de vida e corra para sempre

Treinar mais não significa treinar melhor. Descubra o ritmo favorece seus objetivos

Busca por desempenho exige treinos pesados e aumenta o risco de lesão, porém se o objetivo é ter boa saúde, a corrida pode ser mais tranquila.

Praticar a corrida de forma regular pode trazer diversos benefícios para o seu corpo, mas se você gosta de acelerar e quer saber de tempo baixo, essa mesma atividade também pode ser bem desgastante. É uma relação simples, se quiser correr mais rápido, mais duros serão os seus treinos e mais perto você fica de se machucar – mas claro, aumenta a sua chance de acelerar na hora da prova, e chegar com um tempo rápido, na frente de um monte de gente. Mas se o seu lance é só praticar e até competir, mas sem muita preocupação com o tempo, seus treinos podem ser mais leves e com isso você diminui as chances de se lesionar – mas talvez não consiga chegar tão na frente.

Se você busca desempenho, é importante que você saiba o quanto aquela prova dura demandará de esforço, e como isso, consequentemente, vai afetar a sua vida social e o seu dia-a-dia. Acabar a prova lá na frente traz uma ótima sensação para o corredor, talvez seja a recompensa de todo o esforço. E isso, por si só, é combustível e motivação para os próximos treinos e as próximas metas. Mas fique atento, o risco de se machucar aumenta e, muito provavelmente, você terá que prestar bastante atenção em estratégias de treino, alimentação e descanso, às vezes muito mais do que a maioria dos corredores. Mesmo focando em se tornar mais rápido, não caia na tentação de treinar demais. Treinar mais não significa treinar melhor e, por isso, se possível, oriente-se com alguém da sua confiança e evite os “achismos”. E também não há atalhos, você precisará treinar muito aqui, não adianta achar que em dois ou três anos você vai ganhar a experiência de um cara que já está competindo há 10 ou 15, não vai.

Mas se você busca a corrida para ter boa saúde e treinar por muitos anos (é possível correr até os 70, 80 anos), seus treinos podem ser mais tranquilos e confortáveis. Talvez você não devesse se submeter a um ciclo de treinos para uma maratona, isso pode ser bem desgastante. Ou talvez devesse trocar algum dia de corrida na sua semana por uma caminhada, já que o impacto é menor e, pode acontecer de você chegar mais cansado do trabalho um dia. E como não precisa de treinos muito puxados, suas chances de se machucar são menores e pode ser que você passe o ano todo sem precisar parar de treinar. E aí ganha com a regularidade.

É importante descobrir qual o ritmo que te faz bem e aumenta a sua qualidade de vida, a corrida tem que ser uma aliada. Corredores diferentes curtem ritmos diferentes. E não se cobre além do possível, é normal querer melhorar, mas valorize o corredor que você é hoje.
 

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Álcool el a balança

Uma pesquisa feita pela organização inglesa Slimming World mostrou como o consumo de álcool estimula o apetite e nos faz consumir mais gorduras.

Uma pesquisa feita pela organização inglesa Slimming World, com 2.042 pessoas, mostrou como o consumo de álcool pode estimular o apetite e nos fazer querer comer mais alimentos gordurosos. Segundo o estudo, uma noite de bebedeira regada a cinco latas de cerveja ou três copos grandes de vinho, por exemplo, são suficientes para levar ao efeito rebote no dia seguinte. Ou seja, toda essa gula continua pela manhã e pode render quase 1kg a mais na balança.

Na pesquisa, metade dos entrevistados afirmou que a bebida alcoólica tinha um impacto direto na escolha alimentar e que haviam deixado de lado os seus exercícios físicos. No estudo, o consumo de 6.300 calorias nas 24 horas após a bebedeira foi dividido. À noite, com comida, os pesquisados consumiram, em média, 2.829 calorias extras e mais 1.476 calorias em bebidas. Na manhã do dia seguinte, mais alimentos gordurosos aparecem no cardápio, e outras 2.051 calorias consumidas.

efeito rebote (Foto: Pedro Almeida) 
 
Chefe de nutrição e pesquisa da Slimming World, Jacquie Lavin disse em entrevista ao jornal "Daily Telegraph" que o álcool enfraquece o autocontrole e precisa estar associado com a obesidade.

- O álcool não contém apenas as calorias vazias, que não saciam, como fazem os alimentos, mas nos faz sentir com mais fome e enfraquece a determinação de fazer escolhas saudáveis - declarou.

Seguindo a linha de raciocínio de Jacquie, a nutricionista Cristiane Perroni, que é especialista do EU ATLETA, fez uma lista com as calorias das bebidas alcóolicas e outros alimentos gordurosos que normalmente são consumidos de forma combinada ou no dia seguinte à bebedeira. Ela disse que a ingestão extra de 7.700kcal pode levar ao ganho de 1kg em um único fim de semana, quando muitas pessoas deixam a dieta de lado, exageram na alimentação e no álcool e não se dão conta disso.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

No inverno devemos nos preocupar mais com a nossa saúde interna

Pois é o inverno é a estação do ano em que estamos todos propensos a desenvolver algum tipo de doença, seja ela crônica, causada por vírus ou bactéria, por isso é que devemos nos preocupara mais com a nossa saúde – interna principalmente. Infelizmente com o frio nosso sistema imunológico fica fragilizado impedido de nos proteger como em outras épocas nos deixando mais abertos aos problemas de saúde. Independentemente da idade precisamos estar sempre atentos e nos prevenir de todas as maneiras possíveis para evitar o desencadeamento de uma doença, que quando não cuidada pode acarretar em doenças ainda mais graves. 

A consulta a um médico é indispensável, principalmente na fase da infância e na terceira idade. Mas pequenas atitudes podem fazer na hora de cuidar da nossa saúde, como por exemplo, nunca sair desagasalhado em dias de frio, evitar ingerir bebidas muito geladas, evitar poeiras, nunca ficar em lugar fechado sem ventilação com muitas pessoas por muito tempo. Devemos cuidar da nossa saúde como um todo e não apenas de coisas específicas, realizar um diagnóstico ao menos duas vezes por ano pode nos ajudar a detectar algum problema e evitar que ele se torne uma dor de cabeça. 



quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Melhore o poder do seu cérebro

Com alimentação balanceada é possível adiar o declínio cognitivo que ocorre com o passar dos anos

O declínio cognitivo pode levar à dificuldade de lembrar, comunicar ou aprender novas tarefas.
A Academia Americana de Médicos de Família sugere as seguintes medidas para ajudar a melhorar a saúde do cérebro e prevenir o declínio cognitivo:
- Mantenha o peso, o colesterol e a pressão arterial sob controle, com uma dieta nutritiva e alimentos com baixo teor de gordura. Confira também: dieta saudável para perder 5kg em um mês .
- Consuma em grande quantidade grãos, frutas e vegetais.
- Evite gorduras saturadas. Leia também: Consumo de gorduras saturadas e trans aumenta risco de depressão .
- Inclua ácidos graxos ômega-3 na dieta, como os contidos em peixes como salmão, sardinha e atum.